Bebê com problemas auditivos escuta a mãe pela primeira vez; veja

O momento foi marcado de muito emoção e choro de uma criança que nunca tinha ouvido antes.

Imagine a seguinte situação: você nasceu surdo de nascença e, por causa disso, nunca havia ouvido nenhum tipo de som. Infelizmente, esse tipo de deficiência é comum e pode atingir qualquer criança, fazendo-a viver a #vida de outra maneira.

Muitos dizem que não iriam conseguir viver sem a visão, audição ou fala, mas na verdade o corpo humano acaba de certa forma se adaptando a todas as mudanças do ambiente, sejam elas internas ou externas.

Internas porque dentro do corpo humano ocorrem diariamente mudanças, células se multiplicam, o sistema imunológico trava uma verdadeira batalha contra doenças e infecções, tudo isso sem que as pessoas percebam.

Externas porque assim como os animais, o ser humano consegue se adaptar ao lugar em que vive buscando sempre sobreviver. Entendam uma coisa, nosso corpo foi feito para sobreviver e não morrer, por isso, ele armazena quantidades de gordura e carboidratos suficientes para permanecer vivo. Caso esse estoque acabe, ele então começa a usar seu ‘combustível principal’ para sobreviver.

Tudo isso mostra que mesmo com algumas deficiências, o corpo humano ainda continua vivo tentando sobreviver como qualquer organismo ‘perfeito’. A falta da visão por exemplo, acaba obrigando a pessoa usar outros sentidos do corpo como o tato e a audição. Através deles, ela então começa a enxergar o mundo de outra maneira e não precisa necessariamente ver imagens para identificar do que elas se tratam.

Porém, a falta de audição acaba deixando o mundo mais ‘sem graça’.

Poder enxergar e não ouvir, é a mesma coisa que você ir ao show de sua banda favorita e não poder desfrutar das músicas.

Charly infelizmente sofreu com a falta de audição. Logo após seu segundo mês de vida, o bebê foi diagnosticado com um problema auditivo que o impedia de ouvir qualquer bom. Como ele ainda era muito novo, o tempo que teve até sua audição ser prejudicada acabou sendo o mesmo que se ele tivesse nascido surdo.

Porém, sua história mudou completamente quando um aparelho foi usado para melhorar sua audição que já estava comprometida. O vídeo mostrando reação do garoto ao ouvir pela primeira vez foi postado por sua mãe em seu perfil no Instagram e deixou todos emocionados.

Isso mostra que nunca devemos perder a esperança, além disso, saber valorizar os pequenos momentos como o canto de um pássaro em meio a uma selva, faz toda a diferença. Saiba aproveitar cada momento de sua vida como se eles fossem os últimos!

Veja o vídeo emocionante de Charly:

 

Fonte: Blasting News

 

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Quatro razões para testar sua audição

Você têm dificuldade em entender o que as pessoas estão dizendo? É difícil para você ouvir em restaurantes e outros lugares com muito ruído de fundo? Sua família se queixa de que a TV é sempre muito alta? Você precisa ver pessoas para conversar com elas? Você está exausto após períodos comunicação intensa?

Por que você deve fazer um teste de sua audição?

1. Problemas de saúde graves: a perda de audição está associada a muitas condições de saúde, incluindo diabetes, doenças cardiovasculares e maior risco de quedas. A maioria dos casos de zumbido (zumbido nos ouvidos) também ocorrem em conjunto com perda auditiva.

2. Proteja sua acuidade mental: estudos mostram que aqueles com perda de audição ainda leve são duas vezes mais propensos a desenvolver demência e essa probabilidade aumenta com maiores graus de perda auditiva. A perda de audição também está ligada à perda acelerada de tecido cerebral. O uso de aparelhos auditivos funciona também para ajudar a aliviar esses riscos.

3. Melhores relacionamentos: não se isolar porque tem problemas para ouvir. Quando você reconhece sua perda auditiva, você pode tomar medidas para melhorar a comunicação. Abaixe a música, solicite um assento silencioso em um restaurante, ou apenas peça a alguém para afastar as mãos da boca! Conhecimento é poder. Use-o.

4. Os tempos estão mudando: a tecnologia de aparelhos auditivos melhora todos os anos e os preços podem começar a cair se a FDA aprovar novas opções de mercado. Os amplificadores de som pessoais (PSAP) também estão disponíveis. Estes tecnicamente não são aparelhos auditivos, mas podem ser eficazes para pessoas com perda de audição relacionada à idade leve - o equivalente de áudio para óculos de leitura.

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Após uso de aparelho de surdez, idoso melhora relacionamento

O casal de Bauru (SP) Eby Assis Casarin e Lindomar Casarin, juntos há 73 anos, estão cada vez mais unidos desde que Eby, de 73 anos, passou a usar aparelhos de surdez nos dois ouvidos. “Ele ficava bravo porque eu gritava muito. Agora é só quando ele tira o aparelho que eu não posso conversar com ele”, conta a aposentada Lindomar.

Mas a eficácia da audição do aposentado depende também das consultas com um fonoaudiólogo. A junção dos elementos permite que a reabilitação seja mais rápida e o aparelho não seja deixado em uma gaveta depois de pouco tempo de uso.

“O aparelho dá acesso ao som. Ele amplifica o som para ajudar que este som vá à via auditiva, mas onde a audição realmente acontece é no cérebro. Ouvir é uma coisa, mas se não houver o processão de codificação não há compreensão”, explica a fonoaudióloga Débora Ferrari.

Para aprimorar a audição dos deficientes auditivos, fonoaudiólogos da Universidade de São Paulo (USP) criaram um programa de reabilitação que estimula o cérebro dos pacientes com dezenas de atividades.

A criatividade e o apoio da família são as principais ferramentas para incentivar a audição às crianças com surdez de nascença, como o Thiago, de 6 anos.
Ele nasceu com surdez causada por uma síndrome, mas reverteu a situação com o aparelho, terapia e acompanhamento dos pais e fonoaudiólogos.

De acordo com a fonoaudióloga Ariadne Mortari, o programa ajuda a estimular o cérebro. "Quando as crianças começam a usar o aparelho, elas também não sabem diferenciar o som das coisas que lhe cercam. Então, guiado pelo profissional, os pais auxiliam com atividades lúdicas e alertam para que a criança receba aquele som até que ela consiga, espontaneamente, ouvir, atribuir o significado e desenvolver habilidades."

Matéria do G1.

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